O
trabalho associa-se à honra, à sobrevivência, ao esforço digno e legítimo do
ser humano. Devido a longas jornadas de trabalho, salários baixos, e a condição
de escravo dos trabalhadores, sentiu-se necessidade de flexibilizar o trabalho,
onde o empregador e o empregado entram em acordo, reduzindo a carga horária,
reajustando o salário. Nada de direitos trabalhistas e contratos que favoreçam
somente empresas. Tudo para que ambas as
partes se sintam bem, desempenhando melhor suas funções e produzindo mais, em
qualidade e quantidade.
Administrador
e empregado devem acompanhar de perto a evolução econômica do mundo, como forma
de manter vivas as empresas e promover a integração do homem dentro do espaço
em que trabalha.
Com a inflação
galopante e a retomada das negociações trabalhistas, os planos econômicos mal
sucedidos, as empresas buscaram na figura do trabalhador da área profissional,
encontrar soluções para que as empresas não se desestruturassem.
Para
tanto se consolidou então a figura do Administrador de Recursos Humanos, hoje
peça importante em qualquer atividade dentro das empresas que buscam estreitar
as relações entre elas e seus colaboradores.
Com
a tão esperada promulgação das reformas estruturais, principalmente nas áreas
fiscal e tributária, o que contribuirá para a estabilidade econômica, uma nova
era se abrirá para o trabalhador, ele se transformará em um dos principais
personagens para um novo País: mais rico e melhor.
Artigo escrito em 2004 quando Lilian Aparecida Ribeiro frequentava o 3º Ano do Ensino Médio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário