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que ingressei no curso de Jornalismo da Uniarp conheci o outro lado do fazer
jornalístico, a produção de textos voltados para o meio científico e pensei
sobre o que poderia escrever. Fiz uma lista com diversas sugestões e depois de
analisar, e pela minha da experiência como “jornalista amadora” escolhi
pesquisar sobre jornalismo impresso, desvendar as facetas da mídia do interior
e conhecer um pouco mais sobre o papel imprensa.
Sim,
foram muitas noites, madrugadas e fins de semana sacrificados em prol dessa
produção. Leitura em diversos meios, livros, pessoas, fontes, registros,
algumas inspirações instantâneas e eu escrevia logo para não esquecer as ideias
que tinha. Mas, vejam só como uma escritora “novata”, de origem humilde, uma
pedagoga que há algum tempo atrás havia sido conceituada como incompetente e
“burra”, conseguiria tal façanha? Ora, através da intimação própria. Isso
mesmo! Quando ouvi palavras rudes subestimando minha capacidade de iluminação,
disse para mim mesma: “mostre-se Lilian”, porque você é capaz, basta se
esforçar.
Com
incentivo e apoio dos professores e de um mestre da prática, consegui chegar a
realização desse objetivo, que representa o reconhecimento, e acima de tudo,
uma vitória pessoal, porque mostrei a capacidade que tenho, porque reportagem,
matéria, documentário, notícias factuais e reportagens especiais, qualquer
jornalista “profissional” pode produzir...
Já
amadores, como eu, sem diploma, conseguem contribuir para o meio acadêmico,
produzindo artigos que são utilizados por mestres e doutores conceituados. Essa
é uma emoção sem tamanho e medidas, que me deixou sem chão quando recebi a
notícia de que o artigo foi aprovado pelo Conselho Editorial da Uniarp e seria
publicado na Revista Científica Oásis. Um sentimento único, com reconhecimento...
Quando
apanhei a Revista Oásis, quase não acreditei, uma sensação muito boa, invadiu
meu ser! Ficava o tempo todo repetindo: - Eu consegui! Eu consegui!!!
Então
quer começar a produzir seu artigo? Você também pode! Comece pensando no
assunto com o qual você mais se identifica (algo que domina e goste), leia,
pesquise, busque parcerias relevantes ao tema, pessoas que conhecem sobre o
assunto, tenham experiências para relatar e acrescentar informações originais.
Depois, é só começar a produzir, encaixar as ideias, colocar na metodologia...
E entrar para o time dos escritores, independente da sua origem, raça, credo ou idade.
Agradecimentos ao coordenador do Curso de Jornalismo da Uniarp Alexandre Carvalho Acosta; ao proprietário do Jornal A Semana: Renato Westphal; ao proprietário do Mini News: Missao Hirayama.
Dica: procure carregar um bloco de
rascunho e uma caneta, assim, sempre que tiver um “insight” não vai perder a ideia,
e poderá acrescentá-la ao seu artigo.