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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Natureza para que te cuido

Na semana em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) cabe a nós refletirmos sobre os motivos que nos levam a manter aqueles velhos e bons hábitos de cuidados com a natureza, para que as futuras gerações possam desfrutar de todos os recursos naturais que ainda se encontram a nossa disposição. É preciso cuidar desse bem com atitudes e hábitos, desde crianças com menos de um ano, até idosos na mais tenra idade. Cuidamos da água com pequenos gestos que fazem a diferença, como reaproveitar a água da máquina de lavar utilizando o botão “economia”. Fechando a torneira enquanto escovamos os dentes e construindo reservatórios para armazenar a água proveniente da chuva. Tudo isso para fazer com que os lagos e rios continuem a existir, e a água se mantenha cristalina e potável. Cuido porque não sei como será o dia de amanhã. Há! E se as plantas e o solo pudessem falar? Vemos tantas árvores serem brutalmente retiradas de seu hábitat natural para dar lugar às construções, rodovias, ruas, casas condomínios. E o solo? Vai sendo modificado na medida em que crescem as cidades. A mobilidade urbana vai tomando conta, e o solo passa a ganhar como cobertura, ao invés de folhas e da vegetação, concreto e tantos outroa materiais utilizados nas construções. Assim, onde haviam árvores, terra e grama, passam a existir calçadas e passeios, como uma cobertura que seca e mata sem dó, nem piedade. Restam os canteiros, não exigem grandes proporções de terra e abrigam nossas “plantinhas”, que podem ser ornamentais ou nativas, mas transmitem a seiva da vida por meio da fotossíntese, exalando cores e formas, retratando a continuidade da vida. Não obstante diante das intempéries climáticas e da falta de espaço, abrigamos nossas exuberantes espécies no aconchego do nosso lar. Esta é também uma maneira comum e moderna de cuidarmos da natureza. O cuidado da “nossa amiga” inclui uma caminhada como gesto de respeito ao ar puro, sem a utilização do veículo automotor. Talvez uma pedalada que traria benefícios também ao nosso organismo. Ou então, guardar o papelzinho de balas no bolso, no carro... Até encontrarmos um lixeiro para que o meio ambiente não seja o responsável por digerir estes e outros materiais indigestos, porque são os pequenos gestos que fazem a diferença. Cuido, cuidado, cuidarei...

quinta-feira, 5 de junho de 2014

A educação nossa de cada dia - editorial

Que belos exemplos convencem e tem a capacidade de influenciar as pessoas durante seu processo de desenvolvimento, não temos dúvidas. Outra certeza, além da morte, é de que a educação é o melhor caminho para melhorar os comportamentos e as atitudes diante de um mundo, onde se confundem os papéis e a hierarquia das organizações que regem as relações humanas. No entanto, devemos nos deixar levar pelos métodos e condutas que nos levam a resultados positivos, pois, a educação se reflete na vida do indivíduo como um todo, ou seja, vale para todos os setores. Além disso, a educação é tida como parâmetro para avaliar e projetar e melhorar as taxas de desenvolvimento de um país, por exemplo. O que merece nosso respeito e admiração são as ações desenvolvidas nos educandários, que busca repassar de uma forma abrangente o real significado da palavra, mostrando que ter bons hábitos alimentares também é um ato educado. Que um simples equipamento produzido artesanalmente a partir de materiais recicláveis, pode ensinar e motivar muitos alunos. Uma visita a uma floresta, transmite uma série de conhecimentos, que superam as barreiras dos conteúdos, aliam teoria e prática, fazem um paradoxo entre o passado e o presente. A educação não é só saber mas, saber como seremos e agiremos, para demonstrar que somos educados. E a cada dia, quando abrimos os olhos, o universo nos convida a exercitar a prática educacional, porque no fundo ela acontece, até mesmo quando estamos sozinhos...

terça-feira, 3 de junho de 2014

Dica de leitura: Conecte-se ao que importa

Um número cada vez maior de empregos envolve olhar para o computador o dia todo e fazer hora extra com o celular. E quando não estamos fazendo isso, no trabalho, muitos de nós temos uma telinha de smartphone no bolso, uma TV 'inteligente' na sala, um notebook no quarto ou um iPad para levar à cama ou ao banheiro. Se passamos tanto tempo com objetos tecnológicos conectados, é preciso saber como se relacionar com eles e como não gastar tempo ou dinheiro demais. Será que o limite de 140 caracteres do discurso no Twitter e a opção única de 'gostar' no Facebook mudam de alguma forma o nosso discurso e relações? Qual o impacto da multitarefa na nossa produtividade? Existe algo como uma overdose de informação? Estamos perdendo a privacidade ou, pelo contrário, tendo relações cada vez mais superficiais? Há muitas perguntas no ar e poucas respostas definitivas porque passamos por um daqueles raros momentos da história em que a tecnologia muda profundamente a vida das pessoas. E de maneira incrivelmente rápida. Das definições de transtornos psiquiátricos às regras de etiqueta, tudo está mudando. Mais importante do que dar soluções para o que nos aflige nas relações com a tecnologia, devemos refletir, debater e compartilhar as melhores práticas. A obra nos propõe que precisamos pensar sobre os objetos que nos acompanham o tempo todo e como de fato melhorar a nossa vida enquanto estamos permanentemente online. O livro Conecte-se ao que Importa - Um Manual para a Vida Digital Saudável, foi escrito por Pedro Burgos. Fonte: http://www.submarino.com.br